O mundo me condena, e ninguém tem pena, falando sempre mal do meu nome, deixando de saber se eu vou morrer de sede, ou se vou morrer de fome, mas a filosofia hoje me auxilia a viver indiferente assim. Nesta prontidão sem fim, vou fingindo que sou rico. Pra ninguém zomba de mim. Não me incomodo que me diga que a sociedade e minha inimiga hoje cantando neste mundo vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo. Quanto a você da aristocracia que tem dinheiro, mais não compra alegria. Há de viver eternamente sendo escrava desta gente, que cultiva hipocrisia.
MANOEL ROSA.
Blog da Turma de Licenciatura em Filosofia Plena do Pólo de Esperança – PB do INTEP/PB
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
QUEM SOU EU ?
Quem sou eu? A nossa vida, sabemos que tem um processo. Nascemos, crescemos e morremos. E está dinâmica nos convida a fazer uma viagem, uma aventura dentro de nós mesmo. Esta aventura nos mostra estradas, possibilidades com os quais nos deparamos com sentimentos de alegria, de tristeza, angustia, insegurança, entusiasmo, força, coragem. Tudo faz com que crescemos, amadurecemos, cria nossa personalidade.
Em nossos primeiros anos de vida somos dependentes de nossos pais, precisamos deles para tudo.
Mas vamos crescendo se desenvolvendo, e isso, da uma ilusão que somos dependentes e auto-suficientes que não precisamos mais de nossos pais, mas sabemos que quando as coisas apertam sentimos, o quanto somos dependentes, buscamos o porto seguro, alguém que nos de segurança. Logo, tudo em nós começa a se transformar: nossa voz, nosso corpo, nosso pensamento. Nossa! As espinhas começam a brotar em nosso rosto, que tormento. Nossas energias estão a flor da pele, como um vulcão em processo de erupção. Começamos a ficar desengonçados com isso ficamos sem jeito.
Se somos diferentes ou anormais nos excluem ou nos chamam de aborrecestes. Eih! Se tocam! Estamos crescendo! Estamos amadurecendo! Nossa se apaixonamos! Parece que encontramos um grande amor. Com isso ficamos no mundo da lua só pensamos no grande amor. Sabemos lá se isto é amor ou paixão! Sabemos que deixa-nos confusos. Eita! começamos a pensar em nossos sonhos, nos nossos ideais, no nosso futuro. Começamos a construir a nossa identidade, começamos assumir as nossas responsabilidades. Não podemos esquecer-nos das nossas amizades, as quais são importantes para o crescimento, assim pessoa como nas relações sociais. No circulo de amigos partilhamos nossa vida, nossos segredos, choramos, rimos, somos inseparáveis, somos cumprisses.
Opa agora somos jovens, momento de nos decidi, escolher, firma nossa identidade e personalidade. Buscar meios para realizar nossos sonhos, ideais. Mais ainda passando por todo esse processo por essa viagem dentro de nós mesmos, tendo as experiências de nossos sentimentos, mas ainda nos perguntamos. Quem sou eu? Só sei que ainda estamos nesta viagem em nosso interior a cada dia vamos descobrindo quem somos. Cada pessoa, cada atitude que temos, ou os que, têm conosco, despertam em nós, novas revelações da nossa pessoa.
Em nossos primeiros anos de vida somos dependentes de nossos pais, precisamos deles para tudo.
Mas vamos crescendo se desenvolvendo, e isso, da uma ilusão que somos dependentes e auto-suficientes que não precisamos mais de nossos pais, mas sabemos que quando as coisas apertam sentimos, o quanto somos dependentes, buscamos o porto seguro, alguém que nos de segurança. Logo, tudo em nós começa a se transformar: nossa voz, nosso corpo, nosso pensamento. Nossa! As espinhas começam a brotar em nosso rosto, que tormento. Nossas energias estão a flor da pele, como um vulcão em processo de erupção. Começamos a ficar desengonçados com isso ficamos sem jeito.
Se somos diferentes ou anormais nos excluem ou nos chamam de aborrecestes. Eih! Se tocam! Estamos crescendo! Estamos amadurecendo! Nossa se apaixonamos! Parece que encontramos um grande amor. Com isso ficamos no mundo da lua só pensamos no grande amor. Sabemos lá se isto é amor ou paixão! Sabemos que deixa-nos confusos. Eita! começamos a pensar em nossos sonhos, nos nossos ideais, no nosso futuro. Começamos a construir a nossa identidade, começamos assumir as nossas responsabilidades. Não podemos esquecer-nos das nossas amizades, as quais são importantes para o crescimento, assim pessoa como nas relações sociais. No circulo de amigos partilhamos nossa vida, nossos segredos, choramos, rimos, somos inseparáveis, somos cumprisses.
Opa agora somos jovens, momento de nos decidi, escolher, firma nossa identidade e personalidade. Buscar meios para realizar nossos sonhos, ideais. Mais ainda passando por todo esse processo por essa viagem dentro de nós mesmos, tendo as experiências de nossos sentimentos, mas ainda nos perguntamos. Quem sou eu? Só sei que ainda estamos nesta viagem em nosso interior a cada dia vamos descobrindo quem somos. Cada pessoa, cada atitude que temos, ou os que, têm conosco, despertam em nós, novas revelações da nossa pessoa.
Éder Fabrício Lourenço
Formado em bacharel em Filosofia pela Faculdade Vicentina - Curitiba PR.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Como ler um bom livro.
Para se fazer uma boa leitura é preciso que estejamos em um local calmo e em silêncio, onde nenhum ruído possa nos atrapalhar, mesmo que eles sejam provocados por certos familiares ou amigos.
Se algo nos perturbar durante uma leitura, devemos fazer com que eles cessem, mesmo que sejamos chamados de chatos. Mas, o que vale é ler bem e apreender o que está sendo transmitido pelo autor.
O silêncio é uma das condições para ler e apreender. No entanto, o silêncio só não basta. É preciso também ficar em uma posição confortável e relaxante, para que o nosso "soma", corpo, não venha cansar com o passar do tempo. A posição não deve ser a mesma para cada leitor, pois, cada um sabe a posição em que se sente bem e relaxado.
O interessante é que há pessoas que consegue ler em variadas posições e entendem bem o texto ou o livro que leu, sem se importar com o que está acontecendo ao redor delas. Isso pode ser chamado de alta-concentração, que é a forma que o pensamento consegue convergir para um só ponto sem abstração.
Para mim, a melhor posição para se fazer uma boa leitura é sentado em uma poltrona confortável ou sentado em uma cama e encostado no espelho dela, sem que haja qualquer tipo de ruído.
Mas, ao passarmos a ler, não devemos ficar desencantado com certos livros ou textos, pois, ao passarmos uma página podemos nos espantar com certas narrativas e ficamos imaginando o que irá acontecer dali por diante, onde o nosso pensamento passa a voar em busca de soluções que nem sempre é a do autor, mas que nos dar prazer em imaginar e interagir com ele.
Para se encantar com a leitura, não basta só ser um livro, basta ler um bom livro.
As livrarias e as editoras nos colocam a disposição milhares e milhares de livros. Alguns repetitivos, outros que empiricamente já conhecemos o seu conteúdo, outros cheios de erros e ensinamentos distorcidos e outros que realmente nos leva a um mundo desconhecido onde o homem passa a descobrir outras verdades que estarão cobertas pelo manto da ignorância.
Contudo, quando pensamos em ler um livro, devemos perguntar se não seria melhor ler um que já foi lido há alguns meses ou anos atrás, já que uma segunda leitura nos leva mais perto da realidade do que está querendo o autor transmitir, sendo que, muitas vezes, uma só leitura não dá para compreender e descobrir o que queria passar o escritor quando passou a rabiscar as linhas do livro que estamos lendo.
Com efeito, se desejamos ler um novo livro devemos comprá-lo sem deixar nos levar pela forma em que ele foi produzido, uma vez que há livros com muitos adornos e que são pobres de conteúdo.
Todavia, quando a vontade realmente bater e persistir, devermos analisar primeiro o que o livro pode nos trazer para o enriquecimento do ser. Não o ser para ter, mas o ser para ser.
As abstrações devem ser evitadas, sejam elas no trabalho, na escola, na praça ou em que lugar for.
Devemos ler sempre livros, mas, ele não pode se exposto de tal forma que a nossa atividade profissional venha sobrepô-lo durante a leitura. Pois, se assim for, pouca coisa será compreendida e o livro será inútil neste momento.
Logo, só devemos passar a ler um livro quando sentirmos que realmente estamos tranqüilos e concentrados, para não perdermos a mágica da leitura e a descobertas de outros mundos em que autores e mais autores nos revela, dentro do conhecimento de cada um.
Assim, não podemos deixar de ler bons livros, seja em que posição for, já que a posição depende de cada leitor que sabe qual é a mais cômoda para ele, já que o conhecimento que ele nos trará será como cicatriz que marcará as nossas vidas, seja em que tempo for. Depois de tudo isso, boa leitura.
Alex Souto Arruda
Bacharel em Direito – Advogado Militante – Pós-graduado em Direito Processual Civil – Mestre em Ciência Sociais da Religião – Graduado em Filosofia - Membro da Grande Loja de Jurisdição da Língua Portuguesa. Professor de Filosofia e de Direito da CEESTNE e do INTEPPB. A filosofia hoje
ALEX SOUTO ARRUDA.
Desde a antiguidade o ser humano usa a sua capacidade de pensar para entender o que se passa com ele e com sua realidade, mesmo que pensando de forma mítica.Mas, com o passar dos tempos, o ser humano ao espantar-se com sua realidade sentiu a necessidade de dar um conceito lógico e racional as suas interrogações, que é próprio da condição humana.
No mundo contemporâneo, onde a rapidez do desenvolvimento da ciência nos leva a uma sociedade produzida a aceitar o que nos é imposto, tem levado o ser humano a necessidade de pensar para não perder essa grande riqueza que o leva a conhecer a verdade, mesmo com novos conceitos.
Espantar-se faz parte do ser humano que se preocupa em questionar sobre o micro e o macrocosmos dentro de uma visão racionalista, muitas vezes respeitando, mas não aceitando certos conceitos que entende como sendo errado.
No entanto, não pode o ser humano ficar aceitando conceito e idéias prontas, devendo o mesmo pensar sobre tudo o que lhe é colocado como verdade para não estagnar-se.
Assim, por ser o homem um ser pensante, não deve o mesmo ficar esperando idéias prontas, mesmo com o avanço tecnológico, sob pena de parar de pensar. Contudo, o que deve é ele manter sempre viva e sua capacidade de espantar-se.
Alex Souto Arruda
Bacharel em Direito – Advogado Militante – Pós-graduado em Direito Processual Civil – Mestre em Ciência Sociais da Religião – Graduado em Filosofia - Membro da Grande Loja de Jurisdição da Língua Portuguesa. Professor de Filosofia e de Direito da CEESTNE e do INTEPPB. Hora da descontração.
A cada intervalo de aula nossa turma sai da sala pra algums minutos de descontração, colocar os papos em dias com os colegas, conversar mais com o professor e tomar um cafezinho na cantina da Leda, que tem cada coisa gostosa pra lanchar, nessa final de semana a nossa colega de turma Letícia foi com o vestido Rosa e ficou conhecida como nossa Geyssi Arruda da filosofia claro que e só uma brincadeira pra relaxar porque e oque importa mesmo e a nossa amizade que cada vez estar crescendo mais em nossa turma.
Aula de filosofia da ciência
Nos dias 09 e 10 de abril o grande professor Alex Arruda ministrou a disciplina de filosofia da ciência em nossa turma, como sempre com um grande aproveitamento de todos Alex enfatizou que a filosofia da ciência e o campo da pesquisa filosófica que estudava os fundamentos pressuposto e implicações filosóficas da ciência incluindo as ciências naturais. Cada vez nossa turma se identifica com a Filosofia.
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